Os sistemas de avaliação de desempenho sempre estiveram presentes no processo evolutivo da humanidade. O ser humano está constantemente a ser avaliado pelos membros da sociedade. Nas organizações, é um processo presente e de grande importância para a vida dos funcionários e do futuro das organizações. A razão de ser cada vez mais utilizada no âmbito das empresas mostra que sem uma avaliação adequada não há sistema integrado e eficaz de gestão empresarial.
Esta avaliação tem como principal objetivo analisar o desenvolvimento dos funcionários, promovendo um melhor crescimento pessoal e profissional. É um instrumento que visa medir a competência do funcionário no exercício do cargo, durante certo período de tempo. Com a avaliação, a organização poderá recolher dados e informações sobre a performance dos seus funcionários e direccionar assim as ações e políticas no sentido de melhorar o processo organizacional, por intermédio de programas de melhoria do desempenho dos funcionários.
As propostas futuras utilizam variáveis novas e outras não tão novas, mas que eram analisadas superficialmente como: a qualidade de vida dos funcionários, os aspectos psicológicos envolvidos no processo organizacional, as relações intergrupais, as necessidades dos funcionários. Alguns conceitos muito difundidos e divulgados actualmente são novos, como as estratégias de remuneração, enquanto que outros, como a liderança, a qualidade e a valorização do ser humano apenas são renovados.
A valorização do ser humano é uma tendência que volta a ser discutida e empregada. Essa tendência humanística consiste em princípios que se preocupam e consideram aspectos motivacionais, psicológicos e comportamentais dos indivíduos. O homem é um ser que possui necessidades, desejos e sentimentos que precisam de ser considerados e analisados, pois influenciam o comportamento e o desempenho dos funcionários da organização. É preciso compreender que o funcionário para produzir o esperado, ter uma evolução profissional e consequentemente melhorar o seu desempenho precisa de estar satisfeito com o trabalho realizado e com a sua organização.
O investimento no ambiente de trabalho e no indivíduo torna-se um factor primordial para o desenvolvimento organizacional e só assim e que a organização pode conquistar e manter por longo prazo a sua competitividade no mercado.
As organizações contemporâneas, com visão de futuro, compreenderam o papel fundamental dos recursos humanos no desenvolvimento organizacional, e começaram a procurar estratégias voltadas para a valorização e gratificação dos seus funcionários.
Desenvolver pessoas é uma tarefa árdua e que acarreta gastos de tempo. Implica o diagnóstico das competências exigidas pelos cargos e o confronto com as dos seus ocupantes, suprindo as lacunas existentes através do estabelecimento e acompanhamento de planos de desenvolvimento – concisos, específicos, mensuráveis, voltados para resultados, com datas definidas e com o “coach” do líder.
Desenvolver pessoas é uma tarefa árdua e que acarreta gastos de tempo. Implica o diagnóstico das competências exigidas pelos cargos e o confronto com as dos seus ocupantes, suprindo as lacunas existentes através do estabelecimento e acompanhamento de planos de desenvolvimento – concisos, específicos, mensuráveis, voltados para resultados, com datas definidas e com o “coach” do líder.
Há que se respeitar sempre os fatores culturais e peculiaridades de cada organização, não se perdendo jamais de vista a abrangência que deve contemplar os dois tipos de clientes diretos nas suas necessidades básicas: o HOMEM, na busca da realização profissional e no seu justo anseio pelo merecido reconhecimento e a própria ORGANIZAÇÃO, no seu direito de poder seleccionar e escolher os melhores líderes.

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